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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Charge

Eventos sobre Gênero e Sexualidade

Eventos em 2010
21/08/2010

Atenção para atividades, cidades e respectivos períodos de inscrições!


Neste ano ocorrem várias atividades que priorizam a atenção em sexualidade, gênero, corpo, poder e temas correlatos. Observe uma listagem de alguns desses eventos no Brasil.

Fazendo Gênero 9
Diásporas, Diversidades, Deslocamentos
23 a 26 de agosto em Florianópolis, SC

III Seminário Nacional de Trabalho e Gênero 
Associativismo, Profissões e Políticas Públicas
15 a 17 de setembro em Goiânia, GO
 
Encontro Nacional Universitário de Diversidade Sexual
Assimilação X Transformação: Políticas da subversão e ciladas dos movimentos sociais
8 a 12 de outubro em Campinas, SP
 
Seminário Internacional: Direitos Sexuais, Feminismos, Lesbianidades
Olhares Diversos
3 a 5 de novembro em Belo Horizonte, MG
 
V Congresso da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura
Desejos, Controles & Identidades
26 e 27 de novembro em Natal, RN

Seminário Nacional Representações da Violência, Controle Sócio-territorial Sociabilidade Urbana Rio de Janeiro e Goiânia

Seminário Nacional Representações da Violência, Controle Sócio-territorial Sociabilidade Urbana Rio de Janeiro e Goiânia

27 A 29/09/2010 – Faculdade de Ciências Sociais- UFG



SEMINÁRIO NACIONAL REPRESENTAÇÕES DA VIOLÊNCIA, CONTROLE SÓCIO-TERRITORIAL
E SOCIABILIDADE URBANA: RIO DE JANEIRO E GOIÂNIA - 27 A 29/09/2010 – Faculdade de
Ciências Sociais- UFG

O Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do IFCS-UFRJ e o Programa de Pós-Graduação em Sociologia da FCS-UFG atuam em colaboração na linha de estudos sobre violência urbana desde a formalização do acordo PROCAD-2007 financiado pela CAPES.


Os dois programas realizarão na Faculdade de Ciências Sociais da UFG nos dias 27, 28 e 29 de setembro o Seminário REPRESENTAÇÕES DA VIOLÊNCIA, CONTROLE SÓCIO-TERRITORIAL E SOCIABILIDADE URBANA: RIO DE JANEIRO E GOIÂNIA. Este seminário aprofunda a sinergia entre os dois programas, estendendo-a a diversas outras redes de pesquisa em vários outros programas de pós-graduação do país.


Os objetivos do seminário são os de discutir
a violência urbana enquanto representação coletiva, uma categoria amplamente compartilhada que consolida e confere sentido a amplas áreas da experiência vivida nas cidades - especialmente a gestão do território - e que orienta cognitiva e moralmente os cursos de ação que seus moradores.


III Seminário Nacional de Trabalho e Gênero

III Seminário Nacional de Trabalho e Gênero


Ocorre na Faculdade de Ciências Sociais, História e Filosofia da UFG, de 15 a 17 de setembro de 2010


Os Programas de Pós-graduação em Sociologia da UFG e em Ciências Sociais da Unicamp promovem, na Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia da UFG, de 15 a 17 de setembro de 2010, o III Seminário Nacional de Trabalho e Gênero, intitulado Associativismo, profissões e políticas públicas.
O objetivo da realização do evento é reunir estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, docentes, profissionais de campos diversos e demais interessados no tema.
O seminário, ao privilegiar as reflexões sobre associativismo, identidade, gênero e trabalho, visa contribuir para o aprofundamento dos debates e discussões sobre os impactos das transformações sociais, econômicas, políticas e culturais que têm afetado a vida cotidiana de homens e mulheres, seja no âmbito das relações entre Estado e sociedade, seja na esfera das articulações entre produção e consumo.

Inseparável da prática social, a pesquisa sobre o trabalho é relevante não somente no âmbito acadêmico e na dimensão teórico-metodológica, mas também na perspectiva das ciências aplicadas, pois é peça-chave no que diz respeito ao planejamento social e à formulação de diversas políticas públicas, como as de renda, emprego, educação, segurança e saúde.

Com a realização deste seminário pretende-se ainda evidenciar o fato de que a relação entre gênero e trabalho engendra múltiplas possibilidades de apreender fenômenos e situações sociais emergentes, assim como conduz a novas alternativas de análise de questões tradicionais na sociologia do trabalho, a partir de um universo social marcado por relações desiguais de gênero, raça, geração e classe social."

quarta-feira, 14 de abril de 2010

um pouco de ativismo não faz mal a ninguém

 A Direção da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT, reunida em 02 de março de 2010, resolveu convocar todas as pessoas ativistas de suas 237 organizações afiliadas, assim como organizações e pessoas aliadas, para a I Marcha Nacional contra a Homofobia, vinda de todas as 27 unidades da federação, tendo como destino a cidade de Brasília. No dia 19 de maio de 2010, será realizado o 1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT e Contra a Homofobia, com concentração às 9 Horas, no gramado da Esplanada dos Ministérios, em frente à Catedral metropolitana de Brasília.
Em 17 de maio é comemorado em todo o mundo o Dia Mundial contra a Homofobia (ódio, agressão, violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT).
A data é uma vitória do Movimento que conseguiu retirar a homossexualidade da classificação internacional de doenças da Organização Mundial de Saúde, em 17 de maio de 1990.
No Brasil , todos os dias , 20 milhões de brasileiras e brasileiros assumidamente lésbicas, gays, bissexuais, travestis ou transexuais -LGBT têm violados os seus direitos humanos, civis , econômicos, sociais e políticos. “Religiosos” fundamentalistas, utilizam-se dos Meios de Comunicação públicos, das Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas, Câmara Federal e Senado para pregar o ódio aos cidadãos e cidadãs LGBT e impedir que o artigo 5 da Constituição federal ( “todos são iguais perante a lei”) seja estendido aos milhões de LGBT do Brasil. Sem nenhum respeito ao Estado Laico, os fundamentalistas religiosos utilizam-se de recursos e espaços públicos (escolas, unidades de saúde, secretarias de governo, praças e avenidas públicas, auditórios do legislativo, executivo e judiciário) para humilhar, atacar, e pregar todo seu ódio contra cidadãos e cidadãs LGBT.
O resultado desse ataque dos Fundamentalistas religiosos tem sido:
O assassinato de um LGBT a cada dois no Brasil (dados do Grupo Gay da Bahia – GGB) por conta de sua orientação sexual (Bi ou Homossexual) ou identidade de gênero (Travestis ou Transexuais)
O Congresso Nacional não aprova nenhuma lei que garanta a igualdade de direitos entre cidadãos(ãs) Heterossexuais e Homossexuais no Brasil.
O Supremo Tribunal Federal não julga as Arguições de Descumprimento de Preceitos Fundamentais e Ações Diretas de Inconstitucionalidade que favoreçam a igualdade de direitos no Brasil.
O Executivo Federal não implementa na sua totalidade o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT
Centenas de adolescentes e jovens LGBT são expulsos diariamente de suas casas
Milhares de LGBT são demitidos ou perseguidos no trabalho por discriminação sexual
Travestis, Transexuais, Gays e Lésbicas abandonam as escolas por falta de uma política de respeito à diversidade sexual nas escolas brasileiras
Os orçamentos da união, estados e municípios, nada ou pouco contemplam recursos para ações e políticas públicas LGBT.
O Ministério da Saúde, Secretarias Estaduais e Municipais precisam pactuar e colocar em prática a Política Integral da Saúde LGBT.
As Secretarias de Justiça, Segurança Pública, Direitos Humanos e Guardas-Municipais não possuem uma política permanente de respeito ao público vulnerável LGBT, agredindo nossa comunidade, não apurando os crimes de homicídios e latrocínios contra LGBT e nem prendendo seguranças particulares que espancam e expulsam LGBT de festas, shoppings, e comércio em geral.
A 1ª Marcha Nacional LGBT exige das autoridades Públicas Brasileiras:
Garantia do Estado Laico (Estado em que não há nenhuma religião oficial, as manifestações religiosas são respeitadas, mas não devem interferir nas decisões governamentais).
Combate ao Fundamentalismo Religioso.
Executivo: Cumprimento do Plano Nacional LGBT na sua totalidade, especialmente nas ações de Educação, Saúde, Segurança e Direitos Humanos, além de orçamentos e metas definidas para as ações.
Legislativo: Aprovação imediata do PLC 122/2006 (Combate a toda discriminação, incluindo a homofobia).
Judiciário : Decisão Favorável sobre União Estável entre casais homoafetivos, bem como a mudança de nome de pessoas transexuais.

domingo, 4 de abril de 2010

Em vista

Explorações


Pessoas,
Todo mundo conhece a Guernica, um painel pintado a óleo com 782 x 351cm, que Pablo Picasso apresentou em 1937 na Exposição Internacional de Paris. A tela, em preto e branco, representa a cidade espanhola de Guernica em 26 de abril de 1937 bombardeada por aviões alemães apoiando Francisco Franco. Atualmente a tela está exposta no Centro Nacional de Arte Rainha Sofia, em Madrid . O pintor, que morava em Paris  soube do massacre pelos jornais e pintou as pessoas, animais e edifícios destruídos pela força aérea nazista tal como os viu na sua imaginação. Agora a artista nova-iorquina, Lena Gieseke, que domina as mais modernas técnicas digitais, decidiu propor uma versão 3D da célebre obra e colocá-la na net sob a forma de um vídeo.O resultado  permite  visualizar detalhes, que de outro modo passariam totalmente despercebidos. Esta nova técnica revela-se  um instrumento poderoso para compreender melhor a forma de trabalhar do pintor e até o modo como funcionava a sua imaginação.

Esta releitura da obra está realmente digna de ser apreciada.
 Clicar no link abaixo para ver a fografia digital de Lena Gieseke do painel de Pablo Picasso em 3D (c/som) :